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sábado, 1 de novembro de 2014
Papo de Gringo: A história da S.E.R. CAXIAS - 1ª Parte
Papo de Gringo: A história da S.E.R. CAXIAS - 1ª Parte: A S.E.R. Caxias completa neste domingo, 10 de abril de 1011, 76 anos, confira a 1ª Parte do Especial: O Início . 1935 - O Início O Grêmio...
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
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| 1. O que é a gripe A? É uma doença respiratória aguda causada pelo vírus influenza A (H1N1). O vírus foi detectado pela primeira vez no México e nos Estados Unidos, em abril de 2009, e pode ser transmitido de pessoa para pessoa, provavelmente com a mesma capacidade de transmissão que a gripe comum tem. |
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| 2. Quais os sintomas? Os sintomas da gripe A são similares aos da gripe comum, porém, mais agudos. Segundo o Ministério da Saúde, é comum o paciente apresentar uma febre repentina acima de 38 graus, acompanhada de problemas como tosse, dor de cabeça, dor nos músculos e nas articulações e dificuldade na respiração. Os sintomas podem ter início no período de três a sete dias após contato com o influenza A (H1N1). |
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| 3. Qual é o agente causador da doença? O vírus da nova gripe é o influenza A (H1N1), novo subtipo do vírus da influenza, o causador da gripe. Anteriormente a gripe era chamada de "suína" porque um teste de laboratório mostrou que muitos dos genes do novo vírus eram semelhantes ao vírus influenza que normalmente é encontrado nos porcos da América do Norte. Porém, um estudo mais recente mostrou que o novo vírus é bem diferente daquele que normalmente circula entre os porcos norte-americanos. O vírus da nova gripe contém material genético dos vírus humanos, de aves e suínos. |
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| 4. Quais são as formas de contágio? A nova gripe não é contraída pela ingestão de carne de porco, mas por via aérea, de pessoa para pessoa, principalmente por meio de tosse ou espirro e de contato com secreções respiratórias de pessoas infectadas, e em locais fechados. Isso porque, de acordo com os Centros de Controle de Enfermidades dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês), a temperatura de cozimento (71º Celsius) destrói os vírus e as bactérias presentes na carne de gado suíno. |
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| 5. A doença gripe A tem cura? Tem tratamento. Há um medicamento antiviral, o Tamiflu - que contém oseltamivir, substância já usada contra a gripe aviária. Indicado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), ele está disponível na rede pública para ser usado apenas por recomendação médica, a partir de um protocolo definido pelo Ministério da Saúde. O remédio só faz efeito se for tomado até 48 horas a partir do início dos sintomas. O Ministério da Saúde está controlando o remédio - cujo estoque afirma ser suficiente para o país - para evitar a automedicação. De acordo com o ministério, a prática levaria ao mascaramento de sintomas, ao retardamento do diagnóstico e até à vitória do vírus. |
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| 6. Existe vacina contra o mal? Só para porcos. Para o ser humano, não existe vacina contra esse novo subtipo de vírus da influenza. Segundo a OMS, autoridades de saúde dos Estados Unidos tomaram os primeiros passos para iniciar a produção de uma vacina contra o vírus, mas não há previsão para o desenvolvimento dela. A vacina contra a gripe humana não protege contra a nova gripe. |
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| 7. Há medidas preventivas que possam ser tomadas no dia-a-dia? O Instituto Brasileiro de Auditoria em Vigilância Sanitária (Inbravisa) está repassando aos que o procuram cinco recomendações dadas pelos Centros de Controle de Enfermidades (CDC, na sigla em inglês), dos Estados Unidos. São elas: 1) evitar contato direto com pessoas gripadas; 2) ficar em casa se estiver em período de transmissão da doença (até cinco dias após o início dos sintomas); 3) cobrir a boca e o nariz com um lenço de papel ao tossir ou espirrar; 4) lavar as mãos frequentemente (principalmente antes de comer ou de tocar os olhos, nariz ou boca e depois de tossir, de espirrar e de usar o banheiro); 5) usar máscara cirúrgica em locais de grande concentração de pessoas, como aeroportos, ruas movimentadas e shopping centers. As autoridades sanitárias americanas também orientam, como forma de aumentar a resistência do organismo, que as pessoas se vacinem contra a gripe comum, tenham no mínimo 8 horas de sono por dia, bebam líquidos em abundância, consumam alimentos nutritivos e pratiquem exercícios físicos. De acordo com a Inbravisa, as dicas do CDC devem ser seguidas pelos brasileiros. A elas, o Ministério da Saúde recomenda que o ambiente doméstico seja arejado e receba a luz solar, o que ajuda a eliminar os possíveis agentes das infecções respiratórias e que se evite tocar os olhos, nariz ou boca após contato com superfícies. |
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| 8. Quais as recomendações do Ministério da Saúde a viajantes internacionais? Aos passageiros que deixam o Brasil com destino a países afetados pela epidemia, o Ministério da Saúde recomenda evitar locais com aglomeração de pessoas e contato direto com pessoas doentes, assim como evitar tocar olhos, nariz ou boca, cobrir o nariz e a boca com um lenço descartável ao tossir ou espirrar, lavar as mãos freqüentemente e não compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal. Também é recomendado levar na mala máscaras cirúrgicas descartáveis, seguir com rigor as instruções das autoridades sanitárias locais, não usar medicamentos sem orientação médica e procurar assistência médica, informando história de contato com doentes e roteiro de viagens recentes, em caso de adoecimento. Aos viajantes que voltam ao país e apresentarem sintomas da doença até 10 dias após saírem de áreas afetadas, a orientação é para procurar assistência médica na unidade de saúde mais próxima e informar ao profissional de saúde o seu roteiro de viagem. |
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| 9. A internet oferece fontes seguras de informação sobre o assunto? Sim. No Brasil, o Ministério da Saúde está disponibilizando informações em seu site. Em nível global, são também fontes confiáveis os sites da OMS (em inglês, com opções de espanhol e francês), da Organização Panamericana de Saúde (Opas, em inglês e espanhol) e dosCentros de Controle de Enfermidades dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês, idioma do site). |
terça-feira, 19 de abril de 2011
Me respondam
# Você já se deu conta que todas suas atitudes têm uma consequencia?
# Quando você toma uma atitude, pensa no que está fazendo ou age por impulso e repetição?
# Quando você toma uma atitude, pensa no que está fazendo ou age por impulso e repetição?
Atitudes x Consciências
Criando projetos: crenças e atitudes
Consciência plena
Consciência plena
Ellen Langer, psicóloga da Harvard University, desenvolveu a teoria de “consciência plena” a
partir de uma pesquisa do comportamento humano. O comportamento consciente é um
comportamento de alerta, mas também é muito mais que isso. É um modo de viver a vida
plenamente. Diferentemente de Costa e Tishman e Perkins, que tentaram identificar um
conjunto de atitudes específicas que contribuem para o raciocínio eficiente, Langer usa o termo
“consciência plena” para descrever vários comportamentos que levam as pessoas a tomar
decisões inteligentes.
O comportamento consciente engloba cinco formas distintas de interagir com o mundo:
• Criar novas categorias e recriar as antigas
• Ajustar o comportamento automático
• Adotar novas perspectivas
• Enfatizar o processo em vez do resultado
• Tolerar a incerteza
Repensando as categorias
Pensadores sem consciência dependem de categorias familiares, não-testadas. Criar novas
categorias e reavaliar as antigas são indicações de um comportamento consciente. Repensar
as categorias em que classificamos pessoas e ferramentas nos dá mais opções para fazer um
bom trabalho.
Analisando o comportamento automático
Geralmente, é muito difícil lembrar os detalhes de comportamentos que se tornaram
automáticos. Em alguns casos, a execução de tarefas sem pensar pode inibir o crescimento e o
aprimoramento. Uma nova visão dos padrões de comportamento automático para modificá-los
e refiná-los pode produzir resultados mais desejáveis. Os professores que fazem os alunos
perceber padrões automáticos que os prendem e impedem que se adaptem a novas situações
podem ajudá-los a aprender a ser mais conscientes.
Recebendo bem novas informações
As pessoas geralmente formam opiniões com base na primeira impressão e se prendem a elas
mesmo quando provas contraditórias surgem. Langer chama isso de “compromisso cognitivo
prematuro” (p. 22). Pessoas conscientes usam todas as ferramentas disponíveis para melhorar
seu entendimento. Novas informações podem vir de diversas fontes, e os pensadores
conscientes não se limitam a apenas uma perspectiva ou a um único modo de resolver
problemas.
Na escola, pensadores sem consciência isolam a área de estudo. Nunca passa por sua cabeça
que a matemática pode ajudar a entender história ou que a arte pode ter um papel na ciência.
No entanto, os alunos conscientes captam as semelhanças entre objetos e idéias
aparentemente distintos e criam novas categorias com essas informações.
Enfatizando o processo em vez do resultado
A sociedade e a escola normalmente forçam as pessoas a pensar em suas vidas em termos de
realizações. Uma orientação ao processo, “Como vou fazer isso?” em vez de “Eu consigo fazer
isso?”, direciona a atenção para a definição das etapas necessárias nesse caminho” (p. 34).
Aceitar cada fase como ela é permite se que se façam mudanças e alterações que vão produzir
resultados melhores.
Esse tipo de foco ajuda os alunos a atacar projetos grandes em partes, pensando no que fazer
em seguida em vez de pensar em tudo de uma vez. Os professores podem ajudar os alunos a
se concentrar no processo, mostrando que antes de todos os resultados há processos e que
alguns deles são mais eficientes do que os outros. Fornecer aos alunos as ferramentas para
planejar e implementar processos pode ajudar a convencê-los do valor de prestar atenção ao
modo como as coisas são realizadas e a gastar menos tempo pensando em como será o
projeto finalizado.
Aceitando a incerteza
Muitas pessoas dependem da previsibilidade. Elas gostam de saber que B vem depois de A e
que sempre será assim. Gostam de poder planejar coisas que vão acontecer exatamente como
sempre aconteceram. Contudo, as pessoas conscientes sabem que o mundo é uma confusão,
um lugar imprevisível e, geralmente, caótico.
Os alunos que lidam bem com incertezas e ambigüidades têm uma grande vantagem na hora
de raciocinar com clareza. Eles são menos propensos a tirar conclusões só porque isso
encerrará o debate, pois não se deixam seduzir por respostas simples para problemas
complexos.
A disposição para aceitar a incerteza, em parte, pode ser uma característica da personalidade,
mas também pode ser alimentada em todas as pessoas. Muitas crianças sentem-se meio
perdidas quando não recebem instruções diretas e geralmente é difícil para os professores se
absterem de dizer aos alunos exatamente o que fazer em vez de deixá-los tentar tomar suas
próprias decisões. O objetivo de permitir que os alunos trabalhem com problemas ambíguos é
ajudá-los a se tornar especialistas em resolver problemas. A melhor forma de ajudá-los no
aprendizado é apresentar a eles estratégias generalizadas, como estratégias de raciocínio que
podem ser aplicadas a um determinado problema em que estão trabalhando e a outros
problemas parecidos no futuro.
Os professores não podem esquecer que há uma diferença entre deixar os alunos descobrirem
suas próprias respostas para os problemas e pedir que eles adivinhem uma resposta sem
fornecer a eles as informações necessárias. Se você sabe exatamente o que quer que os
alunos aprendam ou vivenciem, então deixá-los trabalhar para achar uma saída sem dar a
orientação suficiente terá o efeito oposto de uma incerteza autêntica. Isso os faz suspeitar que
o motivo do professor não dar instruções específicas é enganá-los para que eles não se dêem
bem.
O conceito de consciência plena pode ser útil na sala de aula. Embora outras estruturas, como
os hábitos intelectuais de Costa e as disposições cognitivas de Tishman e Perkins, dividam as
atitudes sobre o raciocínio em tópicos específicos que podem ser ensinados e avaliados com
mais facilidade, um termo genérico como consciência plena pode ser uma forma eficiente de
focalizar a atenção dos alunos no modo como eles respondem às tarefas. “Lembre-se de ser
consciente ao planejar sua experiência” ou “Não se esqueça de ser consciente ao discutir o
projeto” pode ser um lembrete simples para usar os hábitos intelectuais que contribuem para
um raciocínio eficaz.
Referência
Langer, E. J. (1989). Mindfulness. Nova York: Merloyd Lawrence.
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quarta-feira, 13 de abril de 2011
terça-feira, 12 de abril de 2011
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